Projeto Jovens Pesquisadores: Que projeto de país queremos? Grupo de estudos Filosofia Clínica e Educação

O Instituto Interseção e a APAFIC - Associação Paulista de Filosofia Clínica - convidam você a integrar nosso grupo de trabalho no projeto Jovens Pesquisadores, como participante, orientador, pesquisador ou divulgador. Há possibilidade de participação virtual, em quaisquer modalidades. Clique aqui, leia a proposta, e caso tenha interesse em participar, escreva-nos ( institutointersecao@gmail.com ) indicando sua possível participação (presencial ou virtual; como orientador, participante, pesquisador ou divulgador). Vamos criar nossa rede!

Próximo encontro: 12/05/2012, 13h30min. - Universidade Presbiteriana Mackenzie - Auditório João Calvino - Rua da Consolação, 930 - São Paulo - SP. Confirme sua presença pelo e-mail: institutointersecao@gmail.com 

Cursos

Próximos eventos

26/05/12, Cine Filosofia - Filme: Metropolis, na Editora Filoczar - Rua Durval Guerra de Azevedo, 511 - Parque Santo Antônio - São Paulo. 
02/06/12, 18:00: Grupo de estudos sobre Neuroeducação. Casa de Cultura Palhaço Carequinha. Rua Prof.

Cadastro: Grupo de pesquisa

Arte, Neurociência e Existência

Pode a arte provocar movimentações existenciais? Plasticidade cerebral? Como tais questões são observadas pela neurociência e pela filosofia clínica é o tema do artigo da quinzena na coluna Filosofia no site Vya Estelar, escrito por Monica Aiub. Para ler, clique aqui. Se quiser, envie seus comentários. 

Novo consultório no Ipiranga

Atendimentos em nosso novo consultório, na Rua 28 de Setembro, 608 - Ipiranga - São Paulo-SP (Próximo à estação do metrô Alto do Ipiranga) - Agendamento de consultas com Ricardo Reis (11) 7626-7989 ou (11) 6779-1633.

Por que é importante fazer filosofia da Neurociência?

Leia o artigo de Monica Aiub no Vya Estelar e deixe aqui seu comentário.

Eu sou um diagnóstico?

Eu sou um diagnóstico? 

Monica Aiub

A filosofia clínica surgiu com a percepção de Lúcio Packter: A medicina possui instrumentos para tratar as doenças, mas não possui instrumentos para tratar o sofrimento humano diante das limitações geradas pela doença, pela morte de alguém querido.

Como lidar com estas limitações diante das quais não há o que se possa fazer? Eis uma questão muito presente nos consultórios de filosofia clínica. 

Muitas vezes, um diagnóstico pode se colocar como um problema filosófico. Por exemplo, a pessoa começa a perder a visão e descobre que, devido a um problema neurológico, provavelmente a perderá por completo. Como se posicionar diante de tal notícia? Como lidar com isso? Ou a pessoa recebe um diagnóstico acompanhado de um prognóstico: “o seu caso não tem cura”; ou “não há saída: você terá que aprender a viver com isso”; ou “você tem 6 meses de vida”; etc.

Mas o que somos nós diante de um diagnóstico? De um prognóstico? Diagnósticos ou prognósticos são determinações ou possibilidades? Se não há o que se possa fazer diante de uma situação, não há formas para vivê-la? O que há, para além de um diagnóstico?


Leia o artigo completo no Vya Estelar

O QUE É FILOSOFIA CLÍNICA

   Desde suas origens, a filosofia tem como objetivo o benefício humano. No decorrer de nossa história, as questões filosóficas recebem um tratamento específico, que se caracteriza por um olhar, por uma postura investigativa, questionadora e crítica diante da realidade. Um olhar dirigido às nossas crenças, às justificativas de nossos modos de existência, aos motivos de nossas escolhas e nossos posicionamentos diante de nós mesmos, do mundo e dos outros.


     A Filosofia Clínica consiste na reflexão filosófica acerca das questões que nos incomodam em nossas existências singulares. Retomando a necessidade do diálogo, tão ausente na sociedade contemporânea, essa atividade propõe-se a pensar junto, em disponibilizar-se a refletir sobre a própria existência e possíveis maneiras de torná-la subjetivamente melhor.

Syndicate content